
12:40...
"Eu me levanto pela manhã
dividido entre dois desejos:
O de melhorar o mundo
e o de curtir o mundo.
Isso é o que torna difícil
planejar o dia."
Em busca de um patrocinador from Luciana Martuchelli on Vimeo.
Documentário concebido e dirigido da atriz do meu grupo Juliana Zancanaro sobre produção cultural, com depoimentos de artistas que se desdobram para fazer arte no Brasil. Personagens: Cláudio Marconcine, Guilherme Reis, Isabela Paes, Luana Piovani e Luciana Martuchelli Trilha: (parte da trilha original para a peça Pela Metade): Léo Bleggi Fotografia: Lello Kosby Som direto: JP Mac e Edilson Barros Montagem: Saulo Morete Uma produção EBC/NBR Imagens das obras cedidas pelos entrevistados 21minTransit VI - Odin Teatret - Danmark 2009 (part 01) from ADRIANA DE ANDRADE on Vimeo.
Videoclip of Transit VI - Magdalena Project in Odin Teatret on august 2009 in Danmark - By Luciana Martuchelli and Adriana de AndradeTransit VI - Odin Teatret - Danmark 2009 - (part 02) from ADRIANA DE ANDRADE on Vimeo.
Videoclip of Transit VI - Magdalena Project in Odin Teatret on august 2009 in Danmark - By Luciana Martuchelli and Adriana de Andrade
ANDO Incendiada.
“Quando comecei a escrever Os Nossos Antepassados queria, sobretudo, escrever histórias divertidas para divertir a mim mesmo, e possivelmente os outros. Tinha imagens e temas cheios de significados em mente o que tornava as histórias, de certa forma, sérias, profundas... Porém, creio que divertir seja uma função social, correspondente a minha moral; penso sempre no leitor que deve absorver todas estas páginas, é preciso que ele se divirta, é preciso que ele tenha também uma gratificação; esta é minha moral: alguém comprou o livro, desprendeu dinheiro, investe parte do seu tempo nele, deve divertir-se. Não sou só eu que penso assim; por exemplo, também um escritor muito atento aos conteúdos como Bertold Brecht dizia que a primeira função social de uma obra teatral era o divertimento. Penso que o divertimento seja uma coisa séria.” Ítalo CalvinoIrmã Teodora, Freira em seu claustro, cria as desventuras de Agilulfo e questiona a si mesma o ato de escrever, indagando: até que ponto é possível encontrar um sentido para a literatura a não ser fora dela?
Foto : Adla Marques

"Qualquer caminho é apenas um caminho12:50...
Estou no começo do meu desespero19:07...
toc toc..
Será que hoje tenho sorte?
cri..cri..
Vai dar o ar da sua graça?
Enquanto seu lobo não vem...
vou falar um pouco da minha, ops! digo da "sua" natureza!
Pintados com um pincel negro nos contos de fada, os lobos e seus ensinamentos iniciáticos, escapam à nossa vida moderna , já altamente fragmentada e escassa de bússola e assinatura...
Mas nem sempre os lobos foram vistos como criaturas terríveis ou violentas.
Na Grécia antiga o animal era o consorte de Ártemis, a caçadora...e em Roma, era conhecido como o cuidador que carinhosamente amamentava os heróis . Ainda nas culturas nativas americanas, xamânicas e totêmicas, o Lobo é o professor, precursor de novas idéias
Ele sai...
Aprende e volta ao seu clã para ensinar o que aprendeu.
Emergindo das grossas camadas do condicionamento cultural, a energia desse animal nos ensina a buscarmos a nossa verdadeira matilha, nosso clã, companheiro(a) que possam nos acompanhar em novos ciclos...
Nesse momento, ao investigar, ver e presenciar o esmagamento e domesticação da natureza instintiva da mulher, o lobo, um dos meus animais de poder, surge como arquétipo de restauro, cura e salto quântico em direção ao legitimo e vivo Feminino!
Os instintos tanto na mulher como no homem, foram devastados e os ciclos naturais transformados à força em ritmos artificiais .
Mas a energia vital da alma humana, transgressora por " natureza" , pode ser resgatada delicadamente por escavações "psíquico-mítico-arqueológicas" das ruínas do senhor dos mundos subterrâneos...
Luciana Martuchelli